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Almoço com apoiantes em Campo Maior

Regionalização como pilar da democracia e da coesão territorial em destaque em Campo Maior

No almoço com apoiantes em Campo Maior, António Filipe sublinhou que a Regionalização, prevista na Constituição desde 1976, é essencial para aprofundar a democracia e garantir a coesão territorial e social do País.

O candidato afirmou que a Regionalização aproxima as decisões das populações, reforça o escrutínio democrático, promove o investimento e o desenvolvimento e valoriza o poder local. Salientou que este objectivo não pode ser substituído por autarquias sem meios nem por CCDR controladas pelo Governo, que não asseguram o controlo democrático necessário.

António Filipe lembrou que o bloqueio à Regionalização tem responsáveis concretos, apontando o PS e o PSD como forças políticas que impediram a sua concretização. Recordou que, na revisão constitucional de 1997, quando foi imposto o referendo, Marques Mendes era presidente do grupo parlamentar do PSD, num acordo entre PS e PSD destinado a travar o processo.

Sem Regiões Administrativas, afirmou, o País mantém-se desigual e excessivamente centralizado. Os cargos existem, mas falta controlo democrático. Defender a Regionalização é, por isso, cumprir a Constituição e abrir caminho a um desenvolvimento regional justo e equilibrado.

Partilha

A direita controla hoje todos os órgãos de soberania. Apoia-se no crescimento de uma extrema-direita fascizante, racista e xenófoba. Neste quadro as eleições para Presidente da República assumem particular importância”

Os centros de decisão do capital começaram cedo a preparar as próximas eleições para Presidente da República, com a valorização e projeção de imagens ou conceitos como “autoridade” ou “poder forte””

Outras candidaturas que se perfilam com apelos ao consenso e à moderação feitos por quem quer que tudo fique na mesma”

Perante as candidaturas já anunciadas, muitos democratas lamentavam com razão a falta de uma candidatura que se identificasse sem reservas com os valores de Abril. Essa candidatura faltava, mas já não falta. Aqui estamos”

Uma candidatura a Presidente da República não pode resumir-se a produzir declarações generalistas e inócuas, sobretudo na situação que o País atravessa”

Nas funções que assumi no âmbito da Assembleia da República, que foram muitas e diversas procurei sempre defender o projeto libertador de Abril o melhor que fui capaz.”

É a candidatura de um comunista, com a confiança e o apoio dos seus camaradas, mas rejeita que a queiram limitar às fronteiras de uma afirmação partidária.”

É a candidatura que denuncia o sistema capitalista como causa profunda das injustiças, das desigualdades e da exploração.”

É a candidatura que constitui o espaço de convergência de todos os que se revêem na Constituição independentemente das suas opções políticas e partidárias.”

Entrevista

“O poder económico, perante a falência do modelo politico neoliberal que criou, alimenta as forças de extrema direita”
“A extrema-direita fala de corrupção, tenta associar a democracia à corrupção, quando o regime fascista é a corrupção institucionalizada.”
“A batalha parlamentar pela despenalização da IVG foi uma luta da qual me orgulho muito ter participado.”
“Que memórias tenho antes do 25 de Abril de 1974.”

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